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By Ferramentas Blog

Quem sou eu

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RIO DE JANEIRO, CENTRO, Brazil
INVESTIGADOR TECNICO DE INFORMATICA CASADO COM FILHOS,FAIXA PRETA DE JIU JITSU JUDÔ FORMADO PELO I.C.I.S INSTITUTO CRIMINAL DE INVESTIGAÇOES E SEGURANÇA 1994 e 1995 E PELA C.N.I CENTRAL DE NACIONAL DE INVESTIGAÇÕES 2000 E 2001 AICC JEI JUNTA ESPECIAL DE INTELIGENCIA 2009, ESPECIALISTA EM SERVIÇOS DE INTELIGENCIA E CONTRA INTELIGENCIA INFIDELIDADES CONDUTAS DE PESSOAS FRAUDES E VARREDURAS ELETRONICAS ETC 21 84285198

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Bem vindos !!!
Aos Visitantes.... Meu blogger é para todos os interessados na área de investigação e aos curiosos que de alguma forma querem ter informações sobre
esse ramo que além de discreto deve ser sutil educado,tem que ser totalmente invisivel ......aqui você saberá onde localizar sites e noticias das maiores agencias de investigação do mundo...até em breve voltarei com mais novidades do mundo da
investigação!!

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geraldomosade@ig.com.br
detetivegeraldo@ig.com.br

SERVIÇO DE INTELIGENCIA

Um serviço de inteligência ou serviço de informações é geralmente um departamento governamental cuja função é a coleta ou recolha de informações, ditas "inteligência" nesse contexto, relacionadas com possíveis ameaças à segurança do Estado. Quando um serviço obtém informações consideradas secretas ou confidencias sobre um Estado, um país ou uma organização sem autorização do detentor dessas informações, essa actividade é descrita como espionagem. A maioria dos serviços de inteligência (também chamados de serviços secretos) usa ou já usou de espionagem, contando com a indulgência de seus respectivos governos. A lei de todo os Estados considera como actividade criminosa a espionagem de que são alvo, mas por norma se abstém de contemplar o caso da sua própria actividade de espionagem, cuja prática os governos em princípio não reconhecem nem comentam.

Além de trabalhar na coleta ou recolha de informações, os serviços também tentam evitar a ação de serviços de inteligência estrangeiros em seu país (contra-espionagem).

SERVIÇOS SECRETOS

Mossad é o serviço secreto do governo de Israel, com sede em Tel Aviv. Entre suas funções está o contra-terrorismo e a espionagem.

Seu nome significa literalmente instituto, todavia o nome completo em hebraico é המוסד למודיעין ולתפקידים מיוחדים, que pode ser transliterado como Ha-Mōśād le-Mōdī`īn ū-le-Tafqīdīm Meyūhadīm, ou seja, O Instituto para Inteligência e Operações Especiais.

A Mossad foi formada em Abril de 1951 a partir do Instituto Central de Coordenação e do Instituto central de Inteligência e Segurança. É um serviço civil que depende directamente do Primeiro-Ministro e não usa comandantes militares, mas uma grande parte já prestou serviço no Exército Israelita, como parte integrante do recrutamento obrigatório. Tem os seus quartéis-generais a norte de Tel Aviv e conta com 8 departamentos.

ABIN

A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) é o serviço de inteligência civil do Brasil. A função principal da Abin é investigar ameaças reais e potenciais, bem como identificar oportunidades de interesse da sociedade e do Estado brasileiro, e defender o estado democrático de direito e a soberania nacional. Foi criada por lei durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso em 1999.

A área de atuação da Abin é definida pela Política Nacional de Inteligência, definida pelo Congresso Nacional de acordo com os focos indicados pelo Poder Executivo Nacional como de interesse do país.

Como a maior parte dos orgãos estatais, os cargos da Abin são preenchidos, desde 1999, através de concurso público. Ainda fazem parte da agência alguns ex-funcionários dos órgãos de inteligência que a antecederam, sobretudo do chamado SNI, extinto pelo presidente Fernando Collor de Mello em 1990.

Apesar do nome, a agência não tem natureza autárquica, tratando-se de órgão da administração direta integrante da Presidência da República. É fiscalizada pelo controle externo exercido pelo Congresso Nacional, que possui uma comissão mista de senadores e deputados para este fim, denominada CCAI (Comissão Mista de Controle da Atividade de Inteligência).

CIA

A agência foi criada em 1947 pelo presidente Harry S. Truman (1884-1972) mediante um pacto governamental de Segurança Nacional para satisfazer uma necessidade estratégica devido ao início da Guerra Fria e ao avanço do comunismo.

A espionagem estrangeira, o roubo de projetos da área tecnológica, de armamentos e a fuga de informações ocasionaram a necessidade de vigiar e relatar todos os assuntos referentes à segurança nacional ao Presidente, procurando a melhor forma possível de interferir e neutralizar os efeitos negativos oriundos de ameaças externas.

Para coordenar as atividades da Agência, existe uma Diretoria Central de Inteligência, cuja função é interligar a comunidade de informação ao Presidente dos Estados Unidos, fazendo aconselhamento das melhores estratégias possíveis e suas conseqüências, de forma a intervir, quando necessário, em organizações ou Estados que possam causar prejuízo aos Estados Unidos.

[editar] Atribuições

ESPIONAGEM

espionagem é a prática de obter informações de carácter secreto ou confidencial dos rivais ou inimigos, sem autorização destes, para se alcançar certa vantagem militar, política, ou econômica. A prática manifesta-se geralmente como parte de um esforço organizado (ou seja, como ação de um grupo governamental ou empresarial). Um espião é um agente empregado para obter tais segredos. A definição vem sendo restringida a um Estado que espia inimigos potenciais ou reais, primeiramente para finalidades militares, mas ela abrange também a espionagem envolvendo empresas, conhecida como espionagem industrial.

Nenhum serviço secreto de um Estado usa a palavra "espionagem" no seu nome ou para descrever sua actividade de colheita de informações ou inteligência, embora todos declarem fazer contra-espionagem. Muitas nações espiam rotineiramente seus inimigos, mas também seus aliados, embora geralmente o neguem. A duplicidade que envolve a utilização do termo espionagem deve-se ao facto de essa actividade ser frequentemente ditada por objectivos secretos e interesses inconfessáveis publicamente, enquanto que nos rivais ou inimigos ela é sempre denunciada e condenada.

Há incidentes envolvendo espionagem bem documentados ao longo de toda a História. A Arte da Guerra, escrito por Sun-Tzu contém informações sobre técnicas de dissimulação e subversão. Os antigos egípcios possuíam um sistema completamente desenvolvido para a aquisição de informações, e os Hebreus também o usaram. Mais recentemente, a espionagem teve participação significativa na história da Inglaterra no período Elizabetano. No entanto o primeiro serviço secreto oficial foi organizado sob ordens do rei Luís XIV.

Em muitos países a espionagem é crime punível com prisão perpétua ou pena de morte. Nos EUA, por exemplo, a espionagem é ainda um crime capital, embora a pena de morte seja raramente aplicada nesses casos, pois em geral o governo oferece ao acusado um abrandamento da pena, em troca de informações.

A espionagem quando praticada por um cidadão do próprio estado-alvo, é geralmente considerada como uma forma de traição. Foi o caso do cidadão austríaco Franz Josef Messner, naturalizado brasileiro em 1931, com o nome de Francisco José Messner. Messner espionou para o Office of Strategic Services-OSS, enviando informações para Allen Welsh Dulles, em Berna, Suíça. Em contato com a resistência antinazista na Áustria, Messner fez parte do grupo de espionagem Maier-Messner-Caldonazzi, descoberto pela Gestapo em 1944. Julgado traidor, terminou por ser morto em abril de 1945, no campo de concentração de Mauthausen-Gusen.

No Reino Unido um espião estrangeiro tem pena mínima de 14 anos de prisão, de acordo com o Official Secrets Act[1], enquanto que um britânico que espionasse para um país estrangeiro enfrentaria uma sentença máxima de prisão perpétua por traição, caso fosse provada a sua colaboração com inimigos do país. Espionar para organizações descritas como terroristas viola o Terrorism Act 2000[2]. Durante a Segunda Guerra Mundial os espiões alemães no Reino Unido foram executados por "treachery", um crime especial que excluía qualquer aplicação dos direitos que os soldados inimigos geralmente têm, mesmo que o espião fosse um estrangeiro naturalizado.

A guerra fria envolveu intensa atividade de espionagem entre os Estados Unidos e seus aliados e a União Soviética, China e seus aliados, relacionados particularmente com segredos de armas nucleares. Neste período, a CIA estadunidense e o MI6 britânico, de um lado, e a KGB, de outro, foram os principais serviços de inteligência ativos.

Os espiões também se envolveram em atividades de sequestro e assassinato de pessoas consideradas como ameaça para o seu país. Também não é raro que serviços de informações trabalhem acobertando atividade paramilitar (incluindo assassinato, seqüestro, sabotagem, guerra de guerrilha e golpes de estado).

Desde o fim da guerra fria, os serviços de informações e espionagem estão sobretudo preocupados com as actividades de organizações terroristas e com o tráfico de drogas.

A HISTORIA DA POLICIA CIVIL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO


Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro
Visão geral
Nome completo Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro
Sigla PCERJ
Fundação 1808 (203 anos)
Tipo Força policial civil - polícia judiciária
Subordinação Governo do Estado do Rio de Janeiro
Direção superior Secretaria de Estado de Segurança
Chefe Chefe da Polícia Civil
Estrutura jurídica
Legislação Constituição Federal, art. 144, IV e §§ 4º e 6º
Estrutura operacional
Sede Rio de Janeiro Rio de Janeiro, Brasil
Força de elite CORE - Coordenadoria de Recursos Especiais
Website http://www.policiacivil.rj.gov.br
Portal da polícia
editar

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCERJ), é o órgão do poder público do estado do Rio de Janeiro, Brasil, que tem por finalidade o exercício das funções de polícia judiciária e apuração de infrações penais, exceto as militares, nos termos do artigo 144, da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.

Está subordinada ao governo fluminense como integrante da estrutura da Secretaria Estadual de Segurança (SESeg), sendo dirigida pelo Chefe da Polícia Civil e exercida pelos delegados e seus agentes nas respectivas áreas circunscricionais.
Fundada em 1° de março de 1565, a Cidade do Rio de Janeiro, já no ano seguinte, contou com o seu primeiro funcionário policial quando foi nomeado o alcaide-pequeno e carcereiro da cidade, Francisco Fernandes.
1603 - as incipientes funções policiais e judiciárias passaram a ser regidas pelas Ordenações Filipinas, surgindo em 1619 a Ouvidoria-Geral do Rio de Janeiro, competindo-lhe, além da administração da justiça, eleger os juízes ordinários ou da terra, examinar prisões e abrir devassas (inquéritos). Exerciam a atividade policial os alcaides, funcionários encarregados de reprimir as infrações penais, investigando e efetuando prisões, sempre acompanhados de um escrivão, que do ocorrido lavrava um auto, caracterizando-se como os primeiros agentes de polícia judiciária. São, também, desse período os quadrilheiros, moradores da cidade encarregados do seu policiamento, por quarteirões ou quadras, daí o nome que receberam.
1808 - com a transferência da família real portuguesa para o Brasil, a policia começou a regularizar-se, ter estrutura e assumir papel social importante. Em 10 de maio daquele ano instalou-se na cidade do Rio de Janeiro a Intendência Geral de Polícia da Corte e do Estado do Brasil, centralizando as atribuições policiais da competência do Ouvidor-Geral, dos alcaides, dos quadrilheiros e outros. O primeiro Intendente-Geral foi o Conselheiro Paulo Fernandes Viana, que passou a organizar a administração policial nos moldes da de Lisboa. Pelo aviso de 22 de junho, do mesmo ano, foi instituída a Secretaria de Polícia, primeira estrutura administrativa da Polícia Civil, que além da missão própria de polícia, ficou encarregada da fiscalização de diversões públicas, matrícula de veículos e embarcações, emissão de passaportes etc.

Ver artigo principal: Intendência Geral de Polícia da Corte e do Estado do Brasil
Ver artigo principal: Paulo Fernandes Viana

1841 - durante o período Imperial, nova importante reorganização modificou a feição do aparelho policial. Criou-se a figura do Chefe de Polícia para o Município da Corte do Rio de Janeiro (já separada da província do Rio de Janeiro) e para as Províncias (atuais Estados) e a divisão policial em distritos, sob a chefia de delegados e subdelegados. A instituição do Inquérito Policial, moderna concepção da apuração das infrações penais e sua autoria, singularizou este período da história da polícia.

O Guarda Civil de 1904.

Proclamada a República em 15 de novembro de 1889, a Cidade do Rio de Janeiro, ex-capital do Império, passou a denominar-se Distrito Federal. A Lei n° 947 de 1902, autorizou o governo a criar a Polícia Civil do Distrito Federal. Esta Lei e outras complementares, além de darem à polícia a sua primeira grande estrutura, influênciaram todas as reorganizações posteriores.
1944 - a Polícia Civil do Distrito Federal passa a denominar-se Departamento Federal de Segurança Pública, artifício legal para poder estender as suas atribuições a todo o território nacional, no tocante à polícia marítima e de fronteiras e à polícia política e social. Entretanto, permanecendo a mesma instituição continuou a exercer, com prioridade, a polícia judiciária e demais serviços de segurança pública no território do Distrito Federal.

Entre as inovações iniciais do período republicano, destacam-se a polícia de carreira, o concurso público, o desenvolvimento da polícia técnica (perícias), a criação da Escola de Polícia em 1912 e a organização da Guarda Civil do Distrito Federal em 1904, corporação de policiais uniformizados que faziam o policiamento da Cidade do Rio de Janeiro.
Ver artigo principal: Guarda Civil do Distrito Federal

1960 - com a criação do estado da Guanabara, em decorrência da mudança da capital federal para Brasília, a Polícia Civil do Estado da Guanabara, agora na esfera da administração estadual, passa a integrar a estrutura da Secretaria de Segurança Pública. A reorganizFunções institucionais
Helicóptero da CORE.
Viatura da frota policial de 2010.

São funções institucionais da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro, além daquelas previstas legal e constitucionalmente[2]:

I – exercer, com exclusividade, as atividades de polícia judiciária e apurar as infrações penais no Estado do Rio de Janeiro;
II – concorrer para a conveniência harmônica da comunidade;
III – praticar todos os atos atinentes à Polícia Judiciária, no âmbito do território do Estado, na forma da legislação em vigor;
IV – promover as perícias criminais e médico-legais necessárias;
V – realizar as investigações indispensáveis aos atos de Polícia Judiciária;
VI – proteger pessoas e bens;
VII – proteger direitos e garantias individuais;
VIII – reprimir as infrações penais;
IX – participar dos Sistemas Nacionais de Identificação Criminal, de Armas e Explosivos, de Roubos e Furtos de Veículos Automotores, Informação e Inteligência, e de outros, no âmbito da Segurança Pública;
X – promover a identificação civil e criminal;
XI – recrutar, selecionar, formar e aperfeiçoar profissional e culturalmente os policiais civis, bem como realizar perícias médicas admissionais e exames periódicos dos policiais civis;
XII – colaborar com o Poder Judiciário, o Ministério Público e demais autoridades constituídas;
XIII – participar da proteção do bem-estar da comunidade e dos direitos da pessoa humana;
XIV – manter serviço diuturno de atendimento aos cidadão;
XV – custodiar provisoriamente pessoas presas, nos limites de sua competência;
XVI – estabelecer intercâmbio sobre assuntos de interesse policial, com instituições educacionais e órgãos integrantes do sistema de segurança pública estadual elencados na Constituição Federal, bem como organizações nacionais e internacionais voltadas à segurança pública e assuntos correlatos;
XVII – apurar transgressões disciplinares atribuídas a policiais civis;
XVIII – controlar e executar a segurança interna de seus órgãos;
XIX – registrar, controlar e fiscalizar armas, explosivos e agressivos químicos de uso controlado, consoante o estabelecido na legislação federal;
XX – estabelecer o controle estatístico das incidências criminais no Estado, do desempenho de suas unidades policiais e dos demais dados de suas atividades;
XXI – promover autorizações, registro, controle e fiscalização das atividades de diversões públicas, excetuadas as atribuições cometidas a outros órgãos públicos;
XXII – desenvolver atividades de inteligência e contra-inteligência, especialmente, em relação à criminalidade.

[editar] Estrutura Básica

Estrutura[2]

Órgãos de Assessoramento Direto do Chefe de Polícia

9ª Delegacia Policial - inaugurada em 1908.
O Bell Huey II.

Gabinete do Chefe de Polícia
Assessoria Jurídica - ASSEJUR
Assessoria Técnico-Administrativa - ATA

Órgão de Planejamento e Coordenação

Assessoria Geral de Planejamento e Coordenação - ASPLAN

Órgãos de Atividades Especiais

Subchefia Administrativa da Polícia Civil
Secretaria Executiva da Comissão de Promoções - SECOP
Delegacia Supervisora
Museu da Polícia Civil

Ver artigo principal: Museu da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro

Subchefia Operacional da Polícia Civil
Coordenadoria de Recursos Especiais - CORE
Coordenadoria de Informação e Inteligência Policial - CINPOL
Coordenadoria de Comunicações da Polícia Civil - CECOPOL

Ver artigo principal: CORE - Coordenadoria de Recursos Especiais

Órgão de Apoio de Saúde

Hospital da Polícia Civil José da Costa Moreira - HPCJCM

Órgãos Colegiados

Conselho Superior de Polícia - CSP
Comissão de Promoções da Polícia Civil
Comissão Permanente de Licitação
Comissão de Controle e Fiscalização de Contratos

Órgão de Correição e Fiscalização

Corregedoria Interna da Polícia Civil - COINPOL

Órgão de Formação e Treinamento Profissional

Academia Estadual de Polícia Silvio Terra - ACADEPOL

Ver artigo principal: Academia Estadual de Polícia Silvio Terra

Órgãos de Apoio Administrativo

Departamento Geral de Administração e Finanças - DGAF
Departamento Geral de Tecnologia da Informação e Telecomunicações - DGTIT

Órgãos Operacionais

Departamento Geral de Polícia Especializada - DGPE
Divisões Especializadas
Delegacias Especializadas

Arcanjo Miguel - padroeiro da Polícia Civil.

Departamento Geral de Polícia da Capital - DGPC
Delegacias Policiais
Departamento Geral de Polícia da Baixada Fluminense - DGPB
Delegacias Policiais
Departamento Geral de Polícia do Interior - DGPI
Coordenadorias Regionais de Polícia do Interior - CRPI
Delegacias Policiais
Departamento Geral de Polícia Técnico-Científica - DGPTC
Instituto de Identificação Felix Pacheco - IFP
Instituto Médico-Legal Afrânio Peixoto - IMLAP
Instituto de Criminalística Carlos Eboli - ICCE
Coordenadoria das Delegacias de Acervo Cartorário
Delegacias de Acervo Cartorário - DEAC

[editar] Carreiras Policiais
Veículo da perícia criminal.

Quadro funcional[3]

Grupo I - Autoridades Policiais

Delegado de Polícia

Grupo II - Agentes de Polícia Estadual de Apoio Técnico Científico

Perito Legista
Perito Criminal
Engenheiro Policial de Telecomunicações
Papiloscopista Policial
Técnico Policial de Necrópsia
Auxiliar Policial de Necrópsia

Grupo III - Agentes de Polícia Estadual de Investigação e Prevenção Criminais

Inspetor de Polícia > Comissário de Polícia
Oficial de Cartório Policial > Comissário de Polícia
Investigador Policial
Piloto Policial

Delegacia Legal
Arquitetura padrão das chamadas delegacias legais.

É um programa de informatização e modernização das unidades da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro. Compreende a padronização dos registros de ocorrência (RO) e procedimentos decorrentes, com o controle centralizado e utilização de um banco de dados central. O nome “legal” decorre da supressão das carceragens das delegacias policiais, prática antes tolerada em decorrência das deficiências do complexo penitenciário, mas ilegal. A reforma das delegacias para a implantação do sistema exigiu novo visual arquitetônico, externo e interno, instalação de ar condicionado central e nova divisão dos espaços para as diversas aplicações. A adaptação das equipes policiais à informatização exigiu a realização de cursos específicos na Acadepol e como forma de incentivo remuneratório foi criada a “gratificação de Delegacia Legal”.

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Códigos usados por forças de segurança

códigos ususados por forças de segurança

(código Q) que são utilizados por radioamadores e policia civil e militar.
Código Q (esses são os mais utilizados no dia a dia) O código vai de QAA até QZZ

QAP/QRV- A disposição, na escuta
QRA – Nome da pessoa
QRG – Canal, freqüência
QRL - Ocupado
QRM – Interferência, Bagunça, confusão.
QRT – Parar de transmitir
QRX – Aguardar, esperar
QSJ – Dinheiro
QSL – Tudo entendido
QSO – Comunicado, contato
QSY – Mudar de freqüência no caso de rádio, viajar, mudar de local, canal.
QTC – Mensagem, notícia
QTH Basquete – Local de trabalho
QTH Sossego – Em casa
QTO – Banheiro
QTR – Hora

Letras e numerais
A – Alfa
B – Bravo
C – Canadá ou Charlie
D – Delta
E – Eco
F – Fox
G – Golf
H – Hotel
I – Índia
J – Juliet
K - Kilo
L – Lima
M – Mike (maique)
N - November
O – Oscar
P – Papa
Q – Quebec
R – Romeu
S – Santiago ou Sierra
T – Tango
U – Uniforme
V – Victor
W – Whiskey (uísque)
X – Xíngú
Y – Yankee (ianque)
Z – Zulu

1-Primo ou primeiro
2-Segundo
3-Terceiro
4-Quarto
5-Quinto
6-Sexto
7-Sétimo
8-Oitavo
9-Nono
0-Negativo

Exemplo : Placa de carro ARP 0765 – Alfa, Romeu, Papa, Negativo, Setimo, Sexto, Quinto.

RADIO PX e suas gírias

Gírias mais usadas no PX

Acoplamento - Reunião
Água de eloqüência – Cachaça
Ana maria - AM (amplitude modulada)
Ancorado - Parado
Anel - Primo
Anzol - Polícia Rodoviária
Aparato - Rádio
Asa dura - Avião
Atrás do toco - Só na escuta
Bailarina - Caneta
Baixa freqüência - Telefonema
Balaio - Bagunça
Balançar os queixos - Modular
Banda lateral - Rádio com LSB/USB
Bandeira 2 - Táxi
Banheira - Mar
Barra móvel - Automóvel
Barra náutica - Barco
Basquete - Trabalho
Batom - Mulher
Bicorar - Pedir para falar
Bigode - Homem
Bigode a metro - Pessoalmente
Bigodeira - Interferência
Bobo - Relógio
Botina - Amplificador de potência
Botina branca - Médico
Botina preta - Policial
Botina vermelha - Bombeiro
Break - Pedir oportunidade para falar
Caixa preta - Rádio transmissor
Câmbio espada - Transmissão muito longa
Canaleta - Canal
Capacete - Sogro
Carga pesada - Caminhão
Carga pesada bonequinha – Ônibus
Carvão - Esposo
Casa de beijo - Bordel ou motel
Centelha – Neto
Chá de urubu - Café
Chucrutar - Aumentar a quantidade de canais de um radio
Chute nas canelas - Saudação cordial
Chuva artificial - Banho
Comer barbante - Esperar
Copiar - Escutar
Corujar - Ficar escutando uma conversa sem modular
Cristal - Esposa
Cristalina - Filha
Cristalóide - Filho
Cristalografia - Família
Curto circuito - Briga
Desligar os filamentos - Desligar o rádio
DX - Contato distante
Esparadrapo - Irmão
Feijão queimado – Amante
Feiticeiro - Técnico de radio
Fio Maravilha - FM
Fundo de poço - Estação com um sinal fraco
Gordurames – Comida
Grega - Viagem
JC - Jesus
Lambari - Estação fraca
Levanta a Saia Baiana – LSB
Loura suada - Cerveja
Macaco preto - Telefone
Macanudo - Colega, Camarada
Maria mole - Antena móvel mais tradicional da faixa
Modular - Falar, Ação (ex: modular uma loira suada = beber uma cerveja)
Mosca branca – Zona de silêncio
Munheca ou Munheca de pau - Principiante
Munhecada - Errar, Mancada
Okapa - Tudo certo
Orelha – Vizinho
Papai noel - Anatel
Pára-raio - Sogra
Pé de borracha - Carro
Pé de ferro - Trem
Pé de pato - Navio
Pé de sola - A pé
Perneta - Amigo, Colega
Pernetinhas - Filhos, Crianças
Pirambeira – Sair, Desaparecer
Pitimbado – Doente, Quebrado
Portadora – Transmissão sem áudio
Primeiríssima - Mãe
Primeiríssimo - Pai
Px maior - Deus
QTH de descanso - Residência
Recarregar as baterias - Almoçar, Jantar, Comer...
Reco-reco nas costelas – Abraço
Roger - Entendido (usado nos 11 metros como cambio)
Santiago – Sinal
Tapete branco - Papel
Tapete preto - Asfalto
Terezinha de vasconcelos - TV (televisão)
TKS - Obrigado
Trapisunga - Aparelhagem
Tudo nos contentos - Tudo bem
Tudo nos descontentos - Tudo mal
Turmalina - Namorada
Tubarão - Estação forte
Unidade Móvel - Veículo
Urubu Sai de Baixo – USB
Vertical - Conversa pessoal
2 metros - Dormir
2 metros horizontais - Cama
51 - Aperto de mão
55 - Felicidades
73 - Abraço
88 - Beijo

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